[Intro]
Nasce uma voz que não se cala, mesmo quando o mundo fala alto.
[Verse 1]
Eu sigo a minha linha, mesmo sob o olhar de quem me mede pela queda.
Corto a névoa das palavras que tentam manchar meu caminho.
As cicatrizes na pele viram medalhas, marcas de batalhas que a vida me fez vencer.
[Pre-Chorus]
Entre sussurros de inveja e boatos que tentam me desviar, eu respiro fundo e olho pra dentro.
[A minha fé não é silêncio: é bússola que me mantém firme]
[Chorus]
Não vou ceder ao medo, não vou dobrar diante da provocação.
As cicatrizes contam a minha verdade: eu permaneço de pé, eu escolho a minha ampliação.
Lealdade a mim mesmo, coragem que não se rende à multidão.
Eu ainda sou eu, e a vitória é minha canção.
[Verse 2]
Vejo a figura de quem enfrenta a tempestade, passos firmes na lama e no vento.
Cada tropeço ensina a levantar com mais peso da convicção.
A cada comentário ruim, eu provo que o meu valor não depende do aplauso alheio.
[Pre-Chorus]
Podem tentar derrubar, mas minha fé é muro que não desaba.
[Chorus]
Não vou ceder ao medo, não vou dobrar diante da provocação.
As cicatrizes contam a minha verdade: eu permaneço de pé, eu escolho a minha ampliação.
Lealdade a mim mesmo, coragem que não se rende à multidão.
Eu ainda sou eu, e a vitória é minha canção.
[Bridge]
Clamei por força dentro de mim, encontrei o fogo que não apaga.
A cada choque, minha alma se refaz, mais leve, mais alta.
[Chorus]
Não vou ceder ao medo, não vou dobrar diante da provocação.
As cicatrizes contam a minha verdade: eu permaneço de pé, eu escolho a minha ampliação.
Lealdade a mim mesmo, coragem que não se rende à multidão.
Eu ainda sou eu, e a vitória é minha canção.
[Outro]
Por fim, vejo o brilho da própria voz: venci sem ceder ao receio, venci sem olhar para trás.
[End]