[Verse]
Não foi erro de caminho, foi maldade
Foi o prazer de ver sofrer, pura crueldade
Um bando de covardes, com a alma em decomposição
Cercaram a inocência, sem rastro de compaixão
[Chorus]
É um grito que entala, nó na garganta
Como alguém destrói uma vida que não se espanta?
Orelha, teu nome agora é bandeira de clamor
[Verse]
Dizem que são 'jovens', pedem compreensão
Mas quem mata o indefeso não tem coração
O sangue no asfalto não se apaga com a chuva
A covardia deles não cabe numa luva
[Chorus]
É um grito que entala, nó na garganta
Como alguém destrói uma vida que não se espanta?
Orelha, teu nome agora é bandeira de clamor
[Bridge]
Onde estava a educação, onde estava o freio?
Quando a crueldade virou o novo recreio?
[Outro]
Que o medo se vá, a memória não some
Seguimos firmes, pela vida que pede voz