(Verso 1)
Nasci em Delos, onde a luz encontrou seu lar
Dobrei a serpente Píton para o meu oráculo falar
Toco a lira de ouro e o Olimpo para pra ouvir
Faço a harmonia das esferas no cosmos fluir
Mas não se engane com o brilho da minha tez
Minhas flechas cortam o ar com perfeita lucidez.
(Verso 2)
Eu sou o médico que cura e a praga que consome
O raio do meio-dia que revela a verdade do homem
Inspirador dos poetas, condutor do carro solar
Não há segredo velado que eu não vá iluminar
Em Delfos, a Pítia profetiza em meu altar:
"Conhece a ti mesmo antes de tentar me encarar."
(Refrão)
Apolo! O Deus da Luz e da Razão
Com a lira na mão e a verdade no coração
Arqueiro de ouro, triunfo e precisão
Do amanhecer ao crepúsculo, eu sou a visão
A beleza da arte, o fogo do saber
A luz radiante que faz o mundo renascer!
(Ponte)
Cante para mim, Poeta, em perfeita sintonia
Pois da minha clareza nasce toda a harmonia
Mas respeite o meu arco, a minha profecia
Eu sou o Sol que queima a escuridão fria!
(Refrão)
Apolo! O Deus da Luz e da Razão
Com a lira na mão e a verdade no coração
Arqueiro de ouro, triunfo e precisão
Do amanhecer ao crepúsculo, eu sou a visão
A beleza da arte, o fogo do saber
A luz radiante que faz o mundo renascer!
(Final)
A escuridão se foi... a luz prevaleceu.
Eu sou Apolo.