[Intro]
No silêncio de aço, meu coração martela o tempo.
O mundo em cinza respira, a noite ensaia o meu sonho.
[Verse 1]
Caio em pé, sombra de frente ao temporal, eu contemplo o clarão
Os muros tombam como lembranças, mas sigo firme, coração de titânio.
Cada passos ecoam na névoa dos anseios, coragem que não se vai,
No peito, um fogo que não cede, mesmo quando tudo se desfaz.
[Pre-Chorus]
Se o preço é o silêncio, eu valido meu próprio destino,
Se a queda é o caminho, sei que é meu para o céu ser retrato.
[Chorus]
Eu levanto das ruínas com a graça de quem já foi visto pela morte,
Forjado em tempestades, meu nome é eco que não se desfaz.
Se há dor na queda, há glória na luta que resta em meu peito,
Eu vou além, até o último raio tocar a aurora que me faz acordar.
[Verse 2]
O mundo pede silêncio, mas meu aço chora a verdade que carrego,
Sacrifício não é fim, é ponte para uma marca que fica.
Meu medo é guia, minha dor é vela, meu foco é o amanhã,
Toda lâmina que cai revela cores que antes não vi.
[Pre-Chorus]
Se o peso é grande, eu ergo meu espírito com mãos de ferro,
Se o destino me chama ao limiar, eu respondo com o coração de aço.
[Chorus]
Eu levanto das ruínas com a graça de quem já foi visto pela morte,
Forjado em tempestades, meu nome é eco que não se desfaz.
Se há dor na queda, há glória na luta que resta em meu peito,
Eu vou além, até o último raio tocar a aurora que me faz acordar.
[Bridge]
Coroa de cinzas, bandeira de prata, eu caminharei até o fim,
Entre o pranto e o silêncio, a coragem me ensina a respirar.
[Chorus]
Eu levanto das ruínas com a graça de quem já foi visto pela morte,
Forjado em tempestades, meu nome é eco que não se desfaz.
Se há dor na queda, há glória na luta que resta em meu peito,
Eu vou além, até o último raio tocar a aurora que me faz acordar.
[Outro]
O mundo se curva na hora exata em que eu reerguo o meu juramento,
Cinematográfico destino, coragem que não tem fim.