[Intro]
Silêncio que respira na sala minimal, um estúdio que parece respirar junto
[Verse 1]
Mesa redonda girando na memória de jantares que nunca viram fim
Disco circular sonha em moldar a parede de uma galeria de luz
Escada em miniatura quer tocar o topo do próprio céu de madeira
Cada peça conta uma história que não precisa falar para ser ouvida
[Pre-Chorus]
No brilho suave, o espaço escuta as vozes que cabem em silêncio
[Chorus]
Desenho simples, vida imaginária dentro de cada canto
Feito de peso leve e sonho alto, tudo parece possível
O mundo cabe nesse estúdio, onde objetos aprendem a pensar
A beleza mora no que fica, quando o tempo parece calar
[Verse 2]
A mesa convida para conversas que o tempo evita, mas o riso fica
O disco pede exposição, um suspiro de cor entre sombras claras
A escada busca o topo, passo a passo, sem pressa de chegar
E o espaço inteiro brinda à coragem de existir sem ruído
[Pre-Chorus]
Em cada linha limpa, uma vida que parece estar acordada
[Chorus]
Desenho simples, vida imaginária dentro de cada canto
Feito de peso leve e sonho alto, tudo parece possível
O mundo cabe nesse estúdio, onde objetos aprendem a pensar
A beleza mora no que fica, quando o tempo parece calar
[Bridge]
Se a sala respirasse, que histórias haveria de contar?
Pequenos milagres do design, dizendo o que o coração quer ouvir
[Chorus]
Desenho simples, vida imaginária dentro de cada canto
Feito de peso leve e sonho alto, tudo parece possível
O mundo cabe nesse estúdio, onde objetos aprendem a pensar
A beleza mora no que fica, quando o tempo parece calar
[Outro]
Que o silêncio continue a criar, uma casa onde o comum é extraordinário