[Intro]
Oh, eu vou abrir a caixa com uma coragem de campeão,
Entre parafusos dançam, eu sigo a canção.
[Verse 1]
A caixa diz: monte-me, com cuidado e precisão,
Eu digo: já sei, é só encaixar a nação de parafusos na mão.
Peças caem, peças sobram, eu invento uma solução,
Canto alto: “termina depressa” e nasce outra confusão.
[Pre-Chorus]
O manual não ajuda, ele só pisca e ri,
Cada página é um enigma que me faz pensar: por que sim?
[Chorus]
Frustração que faz rir, eu grito sem cessar,
A prateleira não fica reta, mas eu continuo a tentar.
É tipo um quebra-cabeça que não quer me ouvir,
Risos no coração, e o móvel insiste em não existir.
[Verse 2]
Eu empilho peças numa torre de papelão,
Prometo que já entendi, mas me falta a conclusão.
Um parafuso encontra o buraco do nada,
E eu descubro que a chave era o humor da minha jornada.
[Pre-Chorus]
O manual ainda zomba, diz: tente outra vez,
Se eu ligar o cérebro, talvez encaixe, talvez não se faça vez.
[Chorus]
Frustração que faz rir, eu grito sem cessar,
A prateleira não fica reta, mas eu continuo a tentar.
É tipo um quebra-cabeça que não quer me ouvir,
Risos no coração, e o móvel insiste em não existir.
[Bridge]
Entre encaixes sem fim, surge uma ideia maluca,
Ao invés de uma estante, nasce uma obra bem estranha.
Ela olha pra mim como quem diz: “aceita, é arte!”
Eu rio tanto que o chão parece balançar e parte.
[Chorus]
Frustração que faz rir, eu grito sem cessar,
A prateleira não fica reta, mas eu continuo a tentar.
É tipo um quebra-cabeça que não quer me ouvir,
Risos no coração, e o móvel insiste em não existir.
[Outro]
No final, diante da obra estranha que respira,
Eu sorrio: aceito a loucura que aqui respira.
A obra fica, a risada fica maior, e eu descanso com paz,
Quem precisa de instrução quando o caos vira arte, que audaz!