[Intro]
Luz na tela, fibra na veia, o tempo gira e não espera
Projeto antigo, rolo na mão, a cidade inteira para testemunha
[Verse 1]
Do preto e branco ao quadro que respira, história em cada frame que inspira
Clique, corte, sombra que delira, cinema nasceu da fome que gira
Ritmo lateja como o projetor, linha por linha o mundo ganhou sabor
Luz lembra uma faísca de motor, na tela surgem sonhos de ardor
[Chorus]
Do silêncio das imagens ao rugir do som, evolui a narrativa no coração
Da lâmina às ruas, a tela é visão, cinema é tempo em expansão
Batida que bate como o projector, histórias que não cabem num só setor
E o espectador é pilha de emoção, no brilho do filme, a cidade é devoção
[Verse 2]
Cores que vieram pra colorir as ganas, efeitos que dobram as grades do real
Efeitos prontos pra arrancar gargalhadas e sustos, surreal e visceral
Frame a frame, o futuro não tem freio, cada corte abre um novo passeio
Do noir ao brilho luxuoso do povo, a evolução foi abrigo e estandarte
[Chorus]
Do silêncio das imagens ao rugir do som, evolui a narrativa no coração
Da lâmina às ruas, a tela é visão, cinema é tempo em expansão
Batida que bate como o projector, histórias que não cabem num só setor
E o espectador é pilha de emoção, no brilho do filme, a cidade é devoção
[Bridge]
Em cada rolo, uma vida, em cada frame, uma ideia que vibra
Da projeção aos bytes que nos cercam, a história inteira gira
[Chorus]
Do silêncio das imagens ao rugir do som, evolui a narrativa no coração
Da lâmina às ruas, a tela é visão, cinema é tempo em expansão
Batida que bate como o projector, histórias que não cabem num só setor
E o espectador é pilha de emoção, no brilho do filme, a cidade é devoção
[Outro]
Luz final, cortina se fecha, mas fica a memória que não se vence
O cinema segue vivo, no tempo que a gente sempre atravessa