[Intro]
Carta que cruzou o tempo, sem pressa, sem ruído.
Escrevo para meu eu do futuro, em silêncio, sem orgulho.
[Verse 1]
Sei que o agora treme, quando penso no nosso começo,
Entre suspiros e promessas, o mundo parece pequeno.
Dúvidas dançam na cabeça: e se o tempo nos separar?
Mas há um fio de coragem que insiste em continuar.
[Pre-Chorus]
Quero confiar no que é simples: olhar no mesmo olhar,
Cantar juntos as vitórias simples que o futuro quer guardar.
[Chorus]
Espero ter te visto crescer aqui dentro do peito,
Que o medo tenha aprendido a ficar caladinho, satisfeito.
Que o amor tenha escolhido a paciência para florescer,
E que o nosso sim tenha sido suficiente para viver.
[Verse 2]
Escrevo com o coração tentando não apressar o tempo,
Tratando cada atraso como uma chance de aprender o tempo.
Que as palavras não fechem portas, nem nomes nos prendam,
Que a gente encontre o ouvido do outro quando se cansar de perguntas.
[Pre-Chorus]
Quero acreditar no riso que atravessa a distância,
No freio suave da ansiedade, na calma da esperança.
[Chorus]
Espero ter te visto crescer aqui dentro do peito,
Que o medo tenha aprendido a ficar caladinho, satisfeito.
Que o amor tenha escolhido a paciência para florescer,
E que o nosso sim tenha sido suficiente para viver.
[Bridge]
Se o amanhã chegar com tempestade, que a gente seja vento e abrigo,
Se houver silêncio, que seja espaço para um novo começo amigo.
[Chorus]
Espero ter te visto crescer aqui dentro do peito,
Que o medo tenha aprendido a ficar caladinho, satisfeito.
Que o amor tenha escolhido a paciência para florescer,
E que o nosso sim tenha sido suficiente para viver.
[Outro]
Que esta carta alcance o tempo com leveza e verdade,
Que tenhamos durado, florescido, e encontrado liberdade.