[Intro]
Entre risos de família e a casa cheirosa de almoço, eu sorrio alto, você sorri comigo.
Nomes que cabem no peito, apelidos que guardam o brilho do dia.
[Verse 1]
Mamãe carrega Magia na voz, chama de meu Sol, meu Farol.
Meu Vovô Ri Denso, apelido de Companheiro — ele é meu Norte, meu porto.
Morro de rir quando a Tia diz Docinho, e cada abraço vira lembrança boa.
E eu, que sou Trapo de Carinho, digo: aqui é onde eu pertenço.
[Pre-Chorus]
Cada nome é um laço que não se desfaz, mesmo quando a distância chama.
Nossos mil sorrisos brincam, ligando o tempo ao agora.
[Chorus]
Oi, meu Querido Mundo, meu Anjo de Casa, meu Guriaço, meu Faroeste Amigo,
Aqui a gente cabe inteiro no colo da tarde que não quer ir embora.
Oi, meu Bem-querer, meu Parceiro de Vida, meu Sol em forma de abraço,
Somos força conhecida, semente que cresce quando estamos juntos.
[Verse 2]
Amiga-irmã me chama de Renatazinha, e eu respondo com coragem pura.
Papai-bravo, porém protetor, diz Facho de Esperança enquanto ri baixinho.
Cúmplice de risos, Prada de histórias: o apelido que vira memória compartilhada.
Quem olha pra gente vê o mapa de afetos que traçamos com as mãos entrelaçadas.
[Pre-Chorus]
Cada nome é um laço que não se desfaz, mesmo quando a distância chama.
Nossos mil sorrisos brincam, ligando o tempo ao agora.
[Chorus]
Oi, meu Querido Mundo, meu Anjo de Casa, meu Guriaço, meu Faroeste Amigo,
Aqui a gente cabe inteiro no colo da tarde que não quer ir embora.
Oi, meu Bem-querer, meu Parceiro de Vida, meu Sol em forma de abraço,
Somos força conhecida, semente que cresce quando estamos juntos.
[Bridge]
Entre as paredes da cozinha, o mundo cabe no meio-fio da calçada, e o apelido vira ponte.
Vozes diferentes, tom ternamente protetor, criam o som da nossa família em coro.
[Chorus]
Oi, meu Querido Mundo, meu Anjo de Casa, meu Guriaço, meu Faroeste Amigo,
Aqui a gente cabe inteiro no colo da tarde que não quer ir embora.
Oi, meu Bem-querer, meu Parceiro de Vida, meu Sol em forma de abraço,
Somos força conhecida, semente que cresce quando estamos juntos.
[Outro]
Guardamos cada nome na memória como canção de carinho, até o abraço voltar.
Nós, o grupo, o lar — a identidade que carregamos, com orgulho, onde estivermos.