[Intro]
Luxo não é só grana, é mente que cresce, é visão de amanhã.
[Verse 1]
Na quebrada o peso é diário, o sonho não cabe no bolso, mas cabe na fala que não cala.
É ver família bem, gratidão no peito, esforço que não foi em vão, é coragem que não falha.
[Pre-Chorus]
O Bronx no peito, revolução que nasce de casa, de cada esquina, de cada esquinaolar.
[Chorus]
A favela clama por socorro, a periferia carrega o peso do sistema que oprime.
Mas a gente levanta, junta as mãos, faz-se ouvir a nossa dignidade.
Traços de resistência, orgulho da quebrada, coragem que não se rende.
[Verse 2]
Memórias de luta, inocência perdida, mas a alegria segue viva entre as ruínas.
Sobrevivência diária, o riso firma o chão, a comunidade unida vence as distâncias.
[Pre-Chorus]
O eu lírico denuncia corrupção, violência de Estado, é a voz que não se cala.
[Chorus]
A favela clama por socorro, a periferia sofre sob o peso do sistema que oprime.
O sonho de qualquer moleque é tênis caro, mas a união carrega a quebrada.
[Bridge]
Entre sombras e sirenes, o corpo fala de dignidade, de direitos que cabem na mão aberta.
[Chorus]
A favela clama por socorro, a periferia sofre sob o peso do sistema que oprime.
Mas a gente ergue a cabeça, nossa revolução é a nossa vida.
[Outro]
Memórias que não morrem, lutas que constroem, liberdade que acolhe cada morador.