[Intro]
Olho que tudo vê, no peito o trovão, sem fim no olhar.
[Verse 1]
Eu sou a força que se ergue, imbatível sob o céu aberto,
Mãos que dominam tempestades, meu domínio é o meu deserto.
Quem ousa enfrentar minha sombra, sente o peso do meu decreto,
Eu avanço, sem medo, e o chão vira meu paradeiro.
[Pre-Chorus]
A cada passo, o mundo diminui, pra esse ser que sou, infinito.
[Chorus]
Eu sou invencível, o poder que não cede, eu mando no destino,
Olhos que veem tudo, eu vejo o que está por dentro do caminho.
Mão infinita, traço o futuro, o inimigo fica no meu rascunho,
Confronto direto, eu pico a distância, e o oponente é só silêncio.
[Verse 2]
Dominando montanhas de aço, eu rasgo o impossível em mil pedaços,
A vitória não é acaso, é o meu código, o meu laço.
Que ousa desafiar meu reino? Cadê você, espectro do medo?
Eu já venci o que brilha menos que meu inteiro segredo.
[Pre-Chorus]
A cada golpe, o tempo se dobra, meu poder é meu próprio legado.
[Chorus]
Eu sou invencível, o poder que não cede, eu mando no destino,
Olhos que veem tudo, eu vejo o que está por dentro do caminho.
Mão infinita, traço o futuro, o inimigo fica no meu rascunho,
Confronto direto, eu pico a distância, e o oponente é só silêncio.
[Bridge]
No clarão do confronto, sou o juiz e a coroa, sem falha,
A supremacia em cada linha do meu destino que se instala.
[Chorus]
Eu sou invencível, o poder que não cede, eu mando no destino,
Olhos que veem tudo, eu vejo o que está por dentro do caminho.
Mão infinita, traço o futuro, o inimigo fica no meu rascunho,
Confronto direto, eu pico a distância, e o oponente é só silêncio.
[Outro]
Vento e pedra me obedecem, sou a aurora que não se despede,
No auge, eu sou tudo que há, e o mundo se curva ao meu ver.