[Intro]
Sons de sinistro sussurro, a cidade prende a respiração
Passos ecoam na rua molhada, sombras ganham dimensão
O ar vibra na lâmina do tempo, o pulso bate em dois mundos
Quem ousa atravessar esta noite sabe: alguém aqui responde
[Verse 1]
Coração de ferro, voz grave como trovão, eu observo o pânico
A multidão cintila, gritam ao longe, um coro dramático e estranho
O frio na nuca aumenta, a caçadora de sombras sorri sem bounds
Cada esquina é um novo risco, cada passo aproxima o fim do mundo
[Pre-Chorus]
A tensão sobe, o silêncio é pesado como aço
Meu olhar corta o ar, meu fôlego é rastro de fogo
[Chorus]
Vamos correr, vamos lutar, a cidade treme sob o rugido do meu peito
Gritam os que percebem a ausência de retorno, o destino está acesso
Somos vento, somos tempo, somos aço que não cede à escuridão
E quando a lua se inclina, a vitória quebra a noite em explosão
[Verse 2]
A perseguição acelera, pneus queimam, sirenes viram poeira
A câmera da mente captura cada truque, cada curva da ferida verdadeira
Eu mando o joguete da noite para o abismo do medo
Mas o herói é quem não desiste, mesmo quando o mundo fica sem segredo
[Pre-Chorus]
A cadência final se acende, o coração guia a arrancada
O rugido cresce, o antagonista acena a noite encarnada
[Chorus]
Vamos correr, vamos lutar, a cidade treme sob o rugido do meu peito
Gritam os que sabem do peso, do pacto feito ao crepúsculo perfeito
Somos vento, somos tempo, somos aço que não cede à escuridão
E quando a lua se inclina, a vitória explode na ascensão
[Bridge]
Grito de multidão rompe as paredes da noite
Bramidos ecoam: força, coragem, não desista
O solo treme, o céu rasga-se em clarão de aço
Eu encontro o fim do medo e o começo do nosso laço
[Chorus]
Vamos correr, vamos lutar, a cidade treme sob o rugido do meu peito
Gritam os que sabem do peso, do pacto feito ao crepúsculo perfeito
Somos vento, somos tempo, somos aço que não cede à escuridão
E quando a lua se inclina, a vitória faz transbordar explosão
[Outro]
O silêncio volta, mas a sombra permanece na distância
A batalha deixou a marca de quem ousou romper a pendência
Eu, voz grave, contemplo o mundo que agora respira em paz
A cidade ergue a cabeça, vitoriosa, sob o brilho que ficou para trás