[Intro]
Aí, Zeipo no cenário, Mocuba na pele do som
Barba alinhada, estilo no brilho do dom
[Acorda a cidade, lembra o raio do aeroporto]
[Verse 1]
Chega na Zeipo, corte na veia, flow na prancha
Barbeiro com o talento que não se encaixa na prancheta
Nova AGM, visão clara, rumo à praça
Passa pela pista, o foco não se desmancha
Cadeiras rodando histórias, clientes contando a saga
Luz neon na lâmina, precisão que não falha
Do primeiro toque ao acabamento, a confiança não falha
Mocuba respira o cheiro de creme que vale
[Pre-Chorus]
Entre as portas do aeroporto, o correio da cidade
Corta o medo com a navalha da verdade
O tempo voa, a lâmina acompanha a cadência
Zeipo na mira, é a barbearia da frequência
[Chorus]
Zeipo, no mocuba, perto da AGM
Barba alinhada, estilo que não tem fim
No aeroporto, a vibe que não some
Cresce a cidade quando o corte assume
[Verse 2]
Chapa quente, risca suave, o traço é certeiro
Quem entra sai confiante, o reflexo é conserto
Da cadeira ao mundo, o papo é verdadeiro
História de bairro, levanta o guerrilheiro
Coroa, jovem, todo mundo na mesma rota
Conversa de negócio, a navalha não esgota
Papo reto, preço justo, respeito que flui
Zeipo é certeza, o nome que a praça viu
[Pre-Chorus]
Entre sorrisos, chá de boldo, perfume no ar
O relógio marca o tempo, pronto pra voar
No terminal da vida, corte que transforma
Zeipo no mocuba, a lenda que transforma
[Chorus]
Zeipo, no mocuba, perto da AGM
Barba alinhada, estilo que não tem fim
No aeroporto, a vibe que não some
Cresce a cidade quando o corte assume
[Bridge]
Corta o silêncio com a navalha da resolução
Passo firme, visão de quem não vê ilusão
Mocuba tá no mapa, a história cresce no peito
Zeipo na porta, o futuro já está feito
[Chorus]
Zeipo, no mocuba, perto da AGM
Barba alinhada, estilo que não tem fim
No aeroporto, a vibe que não some
Cresce a cidade quando o corte assume
[Outro]
Amanhã é mais uma passagem, o corte continua
Zeipo na cena, a cidade que nunca some da rua