[Intro]
Céu de tambaqui, a manhã cansada de rir.
[Verse 1]
Na beira do rio, o sal da memória me faz aqui voltar,
Pés na areia, bolhas de riso, vejo o barco a atravessar.
Pipoca de peixe frito perfuma a praça, vento a soprar cantos,
Sotaque que dança nas esquinas, histórias que acendem os cantos.
[Chorus]
Amazônia no peito, coração que não quer calar,
Rios que lembram a infância, ensinando a sonhar.
A alegria é chama que mantém a gente a cantar,
No Pará, cada encontro é um lugar pra celebrar.
[Verse 2]
Folha a folha do igapó, o silêncio fala devagar,
Boto curioso nos olhos, memória a nos guiar.
Traços de gente, de festa, batuque que não quer se acabar,
Nas redes que rangem cedo, a noite vem nos abraçar.
[Chorus]
Amazônia no peito, coração que não quer calar,
Rios que lembram a infância, ensinando a sonhar.
A alegria é chama que mantém a gente a cantar,
No Pará, cada encontro é um lugar pra celebrar.
[Bridge]
Entre festividades e ruelas vejo o tempo passar,
Cores da festa pintam a alma de quem quer ficar.
[Chorus]
Amazônia no peito, coração que não quer calar,
Rios que lembram a infância, ensinando a sonhar.
A alegria é chama que mantém a gente a cantar,
No Pará, cada encontro é um lugar pra celebrar.
[Outro]
Que a memória whatever se faça ponte, ultrapassando o mar,
Volto ao meu lugar, onde a alegria sabe me guiar.