Ouve bem, caralho. Sem tretas de marquetim nem panfletos de campanha da Zome Home need you
A especulação aperta o pescoço de quem a talha,leva na calha
enquanto os senhores do mobiliário limpam o prato na gentalha,lamparina azeite fósforo palha
com churrasco, picanha e assendalha na mesma reconquista pedal embriagado coitado senhor do talho pássaro bugalho alpista
Mete o pau pesado a bater. Vamos a isto.
Casas fechadas a apodrecer no centro da cidade,idiana a linga lin
droga nas vielas, pacotes de conchadas, shisha no bolso,
enquanto o fundo abutre especula sem piedade,
dividido pela liberdade, verdade, má qualidade do produto, ciga nano de Kalkenor, esperto no Frank Kullar conduto venda toma compra
Dizem que a culpa é só de quem vem de fora a correr,
dividido pelo ecoponto de quem quer dever,de volta para ter de investir
mas escondem quem assina os contratos para foder,a gente de pai esquina bastarda mãe
desse português que pedem para correr.
Alugueres a preço de ouro, um T1 que é um cubículo, vínculo com o artigo cambial,
o salário mínimo esmagado num ciclo ridículo de meta dona el pozo miúda paga escola faz anal educada isteca
Eles constroem para o estrangeiro de carteira recheada,
trinta amigos, uma prancha e a goma mudada,banquete loja almocarada
dread do anel e pulseira à espera do produto,
enquanto o Zé português fica a ver navios na calçada a cantar "fode meu miúdo".
Falta de planeamento, ganância de quem governa,
senhor, dona da perna, portista de casa velha,sem fios de ligação com todas as condições
a habitação virou casino numa fossa eterna,suja
lava, água, frize, limão por encomenda, diz que para ti não
Apontam o dedo ao imigrante para disfarçar a falha
de quem cá mora e faz palha, bolo de pão de ló ao...
O verdadeiro ladrão usa terno e fita a medalha,
pistola na cintura que a maluquice se espalha.
Comissões, fundos de investimento, Alojamento Local a estremo,
prestemo, trás-me o polaca
O país transformado num parque de turismo