Frankly, my dear, I don't give a damn." — Gone with the WindDans la déchéance, le silence est une arme, une prière,No meio do hustle, a gravata aperta, j'étouffe, mon frère,Com um flickr na lâmpada da tua mente de papel.
Eu trago o peso do guetto, a vivência crua e o grind,Keep your friends close, but your enemies closerLigo o motor na calçada, o fado chora em dó menor,
a minha escrita não tem tampa, corta o fôlego a qualquer prodígio ou pior.
Dans mes veines coule le feu d'un empire oublié,
enquanto tu contas trocos, eu já tracei o mapa e decidi quem vai vencer.
No game desde o início, sem manual nem favor,
eu trago a rima crua que faz tremer o instaurado, patrão por merecer!the underground shadows straight to the top tier,
aqui o respeito não se pede, conquista-se a ferver, my dear.
São João, Lisboa, Paris na mesma linha de mira,
o flow é drill, a alma é fado, e o resto é mentira.
(Outro)
Guarda a tua folha, o improviso já cá canta,
a batida bate certo e a lenda não se espanta.
Deixa rolar... patrão é patrão.