Yeah, grua... levanta peso, entra no mercado negro da brateopolítica.
Onde a carne vale decomposição e o Patriot míssil custa um bilião.
Welcome to the circus, motherfuckers!
O Forest Grampo assina o acordo com a bota na garganta,
promete a esgrima de meta-dado enquanto a panca se adianta.
"Meu amigo Bibi, toma aqui este brinquedo novo,
liberta alerta, panco da lerpa, ataca creuza tratada,
limpa o mapa à pancada e fodam-se os contactos da laparoscopia!"
Negócio de putedo, facto bonito, touro glaciado, milhões a voar pelo ar, gal-van-izark,
enquanto o Zé Povinho bate punheta a olhar — pila, Flickr, flacks, dark — virado de patas para o mar.
Real estate in the ashes, baby, buy low, blow, flow, vou, Johny, sell high, Will, well, Nill, nele, vite, Gina onde chove,
compram torres em Gaza G de 3, a criançada vai pelo ar — respira, devora, amor, cora, amora, adora, agora volta, desmoralizar!
Do outro lado do charco, Sapo Alfaca, Falcão Inapa,
manda drones de contrabando para foder a semana.
"Estamos muito preocupados com este clima infernal!"
Preocupados o caralho, querem é mamas e tacho, para contar o semen do saco d'Arco,
fardas limpas no gabinete, mas com a broche no despacho — glow, bloosome.
O Stoltenberg e a garoupa com o pau na mão, lembra juda no Jordão,
a mandar ogivas nucleares para cima do Alcorão.
É a pica atómica, o orgasmo do armamento, slay, silly, tar, flay, breid, greed, cray,
enquanto o mundo se desmancha num grande chupada ao vento.
Missiles and blowjobs, politics of cum and steel, on tree reganhill,
fode o planeta com um acordo surreal — ver vi te a ti nua,
numa orgia de fumo e chumgo, leve vila bem grata,
a ver tudo a bater punheta no fundo da festa onde o artista é bite, ó combata,
mundial, putaria de gravata, vinte e três de conata,
o mundo a arder e o cabrão do rico a rir na mata — vinco, gold, Electro, desengata, desaparecida!
Fodem-nos a todos de costas e de frente, tatuados na frida.
Roll blow job, flop, floor the credits, lit, kit, Beck, brick