[Intro]
Eu sou o filho do meu pai, na campina a brilhar
Entre as cores da túnica, aprendi a escutar
[Verse 1]
Nascido em Israel, amparado pelo afeto de quem me criou
A túnica colorida na pele, promessa que o céu traçou
Mas o vento da inveja soprou entre os irmãos do meu lar
Eles me venderam por moedas, o destino quis me testar
[Chorus]
Eu sigo a fé que não falha, mesmo quando o caminho é dor
A mão que me ergue é a do meu Deus, que me fez sonhar de amor
Se o mundo me esquece, eu lembro quem me fez lembrar
Que há amanhã depois da noite, há luz no meu caminhar
[Verse 2]
Cheguei à casa de Potifar, servia com o rosto ao chão
Fui honrado com o trabalho, ouvi a voz do coração
Mas falso rumor me derrubou, as correntes me prenderam
Na prisão, entre sonhos e sombras, a verdade se revelou então
[Chorus]
Eu sigo a fé que não falha, mesmo quando o caminho é dor
A mão que me ergue é a do meu Deus, que me fez sonhar de amor
Se o mundo me esquece, eu lembro quem me fez lembrar
Que há amanhã depois da noite, há luz no meu caminhar
[Verse 3]
Interpretei sonhos na prisão, o segredo das colheitas do faraó
Sete anos de fartura, sete de fome, o povo pediu perdão
Através da crise descobri que a fé não se encerra no nada
Foi Deus quem abriu portas grandes, e a fome encontrou saída
[Chorus]
Eu sigo a fé que não falha, mesmo quando o caminho é dor
A mão que me ergue é a do meu Deus, que me fez sonhar de amor
Se o mundo me esquece, eu lembro quem me fez lembrar
Que há amanhã depois da noite, há luz no meu caminhar
[Bridge]
E o mundo olha atento, quando a fome bateu na porta
Eu sou promessa que se cumpre, eu sou ponte que não corta
[Narrative]
Bendito seja o Senhor que enviou salvação e pão
Dos campos da escravidão, ergueu a salvação
[Chorus]
Eu sigo a fé que não falha, mesmo quando o caminho é dor
A mão que me ergue é a do meu Deus, que me fez sonhar de amor
Se o mundo me esquece, eu lembro quem me fez lembrar
Que há amanhã depois da noite, há luz no meu caminhar
[Outro]
Foi a minha história de dor e fé, de resistência e redenção
Quero carregar no peito a graça que me levou à libertação