[Intro]
Sob o nome que nos fez existir, ouve o coração a vibrar.
[Verse 1]
Pai António, mãe Cecília, orgulho que vem do chão,
uma casa de onze sonhos, onde nasceu nossa União.
Ensinaste esperança, amor, dignidade a cada dia,
carregamos teu legado como estrela na poesia.
[Chorus]
Calembe é nosso sinal, coragem na cabeça erguida,
com o sangue que nos une, seguimos em frente com alegria.
Respeito é o nosso peso, honra a cada passo que damos,
celebramos o legado e o cuidado que nos guiam no compasso.
[Verse 2]
Memória que não se apaga, fé que nos sustenta,
os valores que nos moldaram, cada riso é recompensa.
Onze filhos, uma linha de amor que não se desfaz,
carregamos o sobrenome com orgulho que jamais se desfaz.
[Chorus]
Calembe é nosso sinal, coragem na cabeça erguida,
com o sangue que nos une, seguimos em frente com alegria.
Respeito é o nosso peso, honra a cada passo que damos,
celebramos o legado e o cuidado que nos guiam no compasso.
[Bridge]
Se o tempo exigir saudade, vamos erguer a voz outra vez,
para falar do que nos ensinaste: fé, honra e bem-querer.
[Chorus]
Calembe é nosso sinal, coragem na cabeça erguida,
com o sangue que nos une, seguimos em frente com alegria.
Respeito é o nosso peso, honra a cada passo que damos,
celebramos o legado e o cuidado que nos guiam no compasso.
[Outro]
E enquanto houver suspiro, manteremos teu nome a brilhar,
Pai António, Mãe Cecília, para sempre vamos honrar.