[Intro]
Sombra na calçada, o aço acorda a cidade
O relógio respira silêncio, e o peito não teme a noite
[Verse 1]
Vespertina filha da noite, eu acordo onde o medo se esconde
Olho as lâminas refletidas na água escura, não há culpa que me cimente
Caminho entre prédios, sombras sussurram meus nomes, eu respondo com aço
A cidade adormece, mas minha vontade não dorme, firme como um prego de justiça
[Pre-Chorus]
O mundo pede silêncio, eu crio voz no radar da escuridão
Não temo o peso do juízo, eu sou a balança que não falha
[Chorus]
Sombra e aço, presença que não se apaga
Cruzando o veludo da noite, eu levanto a verdade na minha mão
Não é peso, é escudo — coragem que não cai
Brilho e sombra dançam, eu sou a linha entre o medo e o amanhã
[Verse 2]
Entardecer guardado nos meus olhos, eu vigio cada esquina da cidade
Protegendo o que importa, lutando pelo que é justo, sem glamour, só firmeza
Quem derrubar o sonho é meu inimigo, quem buscar a paz sem luta não me vê chegar
Eu sou filha da noite, mas meu coração ilumina o que precisa brilhar
[Pre-Chorus]
Eu caminho com propósito, a cidade é meu juramento
O silêncio não me cala, minha voz corta a fumaça da culpa
[Chorus]
Sombra e aço, presença que não se apaga
Cruzando o veludo da noite, eu levanto a verdade na minha mão
Não é peso, é escudo — coragem que não cai
Brilho e sombra dançam, eu sou a linha entre o medo e o amanhã
[Bridge]
Se a sombra tentar me puxar para baixo, eu levanto o rosto e avanço
Se o aço range, eu respondo com firmeza: sigo em frente, não retrocedo
[Chorus]
Sombra e aço, presença que não se apaga
Cruzando o veludo da noite, eu levanto a verdade na minha mão
Não é peso, é escudo — coragem que não cai
Brilho e sombra dançam, eu sou a linha entre o medo e o amanhã
[Outro]
Na cidade adormecida, eu vigio, eu acordo, eu fico
Filha da noite, guardiã do entardecer — sombra que brilha, medo que não vence