Aninha, meu amor, meu porto e meu destino,
Do Rio de Janeiro eu sinto o teu carinho.
Entre praias e sorrisos, eu guardo o teu olhar,
Enquanto em Bragança eu sonho em te abraçar.
São tantos quilómetros entre nós os dois,
Um oceano inteiro tentando ficar no meio.
Mas nem o mar consegue apagar o que ficou,
Porque o nosso amor é maior do que a dor.
Quando a saudade aperta e a noite vem chegar,
Eu procuro a mesma lua que te vai iluminar.
Talvez estejas olhando para ela também,
Talvez não estejas, mas ela sabe tão bem.
Ela conhece as nossas histórias,
As vitórias e as derrotas também.
As lágrimas escondidas,
Os momentos em que faltou alguém.
Lua, diz à minha Aninha que eu nunca a esqueci,
Que em cada noite distante é nela que penso aqui.
Do Brasil a Portugal, do teu coração ao meu,
Há uma ponte feita de amor que o tempo não destruiu.
Lua, guarda os nossos segredos e leva o meu calor,
Abraça a minha Aninha e fala do meu amor.
Se ela olhar para ti e eu olhar também,
Mesmo longe um do outro, estamos juntos além.
Aninha, nós passámos tempestades e trovões,
Discussões, silêncios, medos e emoções.
Tivemos guerras que pareciam não ter fim,
Mas o amor sempre falou mais alto dentro de mim.
Houve dias de sorrisos e noites de solidão,
Momentos em que a distância pesou no coração.
Mas cada passo difícil que tivemos de enfrentar
Só me mostrou que és tu quem eu quero amar.
Quando o relógio marca horas diferentes para nós,
Eu imagino a tua voz chamando pela minha voz.
E mesmo quando o mundo parece nos separar,
Há uma luz no céu que insiste em nos juntar.
Ela viu cada promessa,
Cada sonho que nasceu.
Ela sabe que o meu caminho
Sempre volta para o teu.
Lua, diz à minha Aninha que eu nunca a esqueci,
Que em cada noite distante é nela que penso aqui.
Do Brasil a Portugal, do teu coração ao meu,
Há uma ponte feita de amor que o tempo não destruiu.
Lua, guarda os nossos segredos e leva o meu calor,
Abraça a minha Aninha e fala do meu amor.
Se ela olhar para ti e eu olhar também,
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