(Verso 1)
Há noites em que eu me perco,
no eco do que já foi,
lembro o que a vida levou,
e tudo o que não voltou depois.
Carrego o peso no peito,
de histórias que não contei,
de abraços que ficaram
no tempo onde eu parei.
(Verso 2)
Mas no meio da dor que ficou,
há algo que não morreu,
um resto de luz guardado
de tudo o que a gente viveu.
Porque amar nunca é em vão,
mesmo quando chega ao fim,
fica um pedaço eterno
a viver dentro de mim.
(Refrão)
E mesmo que a vida doa assim,
eu sei que o amor não teve fim,
foi real, foi meu, foi nosso também,
e isso ninguém tira de mim.
Entre perdas e cicatrizes,
eu aprendi a continuar,
há vitórias em sobreviver
quando tudo tenta quebrar.
(Ponte)
E se hoje eu caminho mais só,
não é vazio — é memória,
de tudo o que já foi amor,
e ainda vive na minha história.
(Final)
Porque no meio da dor e do fim,
entre o que perdi e venci…
há um amor que não passa,
que fica… eterno em mim.