[Intro]
Cinza no topo, silêncio que pesa.
[Verse 1]
Chamam de soberano, mas quem vê o preço?
O topo é um lugar alto, ar rarefeito
Carrego impérios dentro, sou um quarto vazio
Ecoa minha voz num reino frio
[Pre-Chorus]
Não é domínio de terras, é domínio de si
E quanto mais eu comando, mais me perco aqui
[Chorus]
Ser OVERLORD não é reinar, é suportar o infinito
Olhar o mundo de cima e sentir o vazio explícito
Não nasci para aplausos nem para ser compreendido
O verdadeiro poder é aprender a viver sozinho
[Verse 2]
Não me ajoelho a sistemas nem crenças herdadas
Prefiro o peso da dúvida à paz das respostas
Meu trono não é de ouro, é feito de decisão
Cada escolha que faço constrói ou destrói a nação
[Pre-Chorus]
Quem governa o mundo ainda é escravo do medo
Mas quem governa a própria mente rompe o enredo
[Chorus]
Ser OVERLORD não é vencer, é permanecer consciente
Enquanto tudo desaba, eu continuo presente
Não busco coroas nem multidão em redor
O verdadeiro império é não se curvar à própria dor
[Bridge]
No fim, o maior domínio é sobre o próprio caos
[Outro]
Continuo aqui, soberano de mim mesmo