[Intro]
Yeah...
Você achou que acabou?
Não...
O pior... acabou de acordar...
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[Verso 1]
Levantei meu irmão, mas não era o mesmo olhar,
O corpo tava vivo... a alma em outro lugar.
Cicatrizes nos braços, silêncio na expressão,
Como quem voltou do inferno sem o próprio coração.
"Ela me seguiu..." foi tudo que falou,
E naquele mesmo instante a casa estremeceu.
Vidros explodindo, paredes a sangrar,
Um líquido negro começou a respirar.
Corremos procurando uma saída afinal,
Mas a porta desapareceu feito ritual.
Só paredes... só vozes... só escuridão...
Mil nomes ecoando na mesma direção.
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[Pré-Refrão]
Correntes arrastando pelo teto sem fim...
Alguma coisa vinha... procurando por mim...
O ar ficou pesado... impossível respirar...
E o medo ganhou forma... pronto pra atacar...
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[Refrão]
A Coisa sem Nome... quer atravessar...
Roubar um corpo... pra poder caminhar.
Ela vive nas sombras, esperando você...
Quando escutar seu nome... já não dá pra correr.
A Coisa sem Nome... não conhece perdão...
Cada rosto roubado virou maldição.
Quando o véu cair... ninguém vai escapar...
Porque o fim... acabou de começar.
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[Verso 2]
Olhos viravam bocas, bocas olhavam pra mim,
Cada pedaço do corpo era um pesadelo sem fim.
Pele costurada, correntes pelo chão,
Mil almas presas gritando na escuridão.
Lucas caiu de joelhos sem conseguir falar,
Segurando a cabeça tentando suportar.
"Ela quer um corpo..."
"Ela quer sair..."
E o silêncio da casa começou a ruir.
O medalhão brilhou queimando minha mão,
Como se lembrasse uma antiga proteção.
Respirei bem fundo sem olhar pra trás,
E falei as palavras proibidas, cada vez mais.
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[Ponte]
"Zahv'el Nahr..."
"Domm'vri Kahn..."
"Ilek-ha..."
O chão rachou...
As paredes sangraram...
E o mundo...
Parou...
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[Verso 3]
O espelho quebrado voltou a respirar,
Cada pedaço começou a flutuar.
Os cacos se uniam num desenho infernal,
Como se o universo perdesse o sinal.
Então uma voz rasgou toda a dimensão:
"Vocês quebraram o