[Intro]
Vento de pista, luzes frias, um segredo debaixo da pele.
O sonho de ouro promete, mas o preço não se vê.
[Verse 1]
O corpo canta na vitrine, mas a mente entra em conflito;
Sigo o mapa que prometem, mas o caminho é de mentira.
Curto a tela que me espreita, me diz quem eu devo ser,
Para caber no molde perfeito que a imagem quer vender.
[Pre-Chorus]
Eu finjo que sou forte, eu ensino meu coração a calar,
Cada like é uma joia que pesa pra não respirar.
[Chorus]
Quero vencer, mas a verdade me condena em silêncio,
Quando a máscara cai, o mundo inteiro vê a ausente essência.
O prêmio brilha lá longe, mas a alma fica aqui no chão,
A vida real não aceita o truque de rei da ilusão.
[Verse 2]
Treino de fachada, cronômetro de fingimento,
Eu corto o meu próprio tempo para caber no tempo certo.
As redes dizem quem eu sou, esquecem quem eu sou de verdade,
E eu: que ainda sou humano, sinto o peso da verdade impossível.
[Pre-Chorus]
Eu finjo que sou firme, mas o medo sussurra ao ouvido,
Se eu cair, quem fica comigo, quem me diz que sou merecido?
[Chorus]
Quero vencer, mas a verdade me condena em silêncio,
Quando a máscara cai, o mundo inteiro vê a ausente essência.
O prêmio brilha lá longe, mas a alma fica aqui no chão,
A vida real não aceita o truque de rei da ilusão.
[Bridge]
Condeno a pressa que sugere perfeição vazia,
A cada post, uma ferida que alguém deixou pra trás.
Se eu falhar de verdade, ainda haverá um dia de retorno,
Mas o preço é mais caro que qualquer medalha no chão.
[Chorus]
Quero vencer, mas a verdade me condena em silêncio,
Quando a máscara cai, o mundo inteiro vê a ausente essência.
O prêmio brilha lá longe, mas a alma fica aqui no chão,
A vida real não aceita o truque de rei da ilusão.
[Outro]
Desfaço o brilho, volto a respirar, sem filtro, sem violência,
Quem sou quando ninguém grava? Sou gente, de carne, de existência.