[Intro – falado, voz baixa e grave]
Senhor...
mesmo quando a estrada pesa,
mesmo quando o mundo grita mais alto que a paz,
eu continuo aqui...
de pé, com o coração rendido.
Eu te sigo, Senhor.
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[Verso 1]
Eu vim da poeira, da dor, do silêncio da madrugada,
carregando nas costas tanta ferida mal fechada,
muita porta bateu, muita promessa foi quebrada,
mas tua mão me puxou quando a minha já não levantava.
Eu conheço o peso de andar sem direção,
de sorrir por fora e por dentro cair no chão,
de ouvir tanta mentira querendo calar meu coração,
mas tua voz entrou forte e trouxe vida pra escuridão.
Quando eu pensei que era o fim da caminhada,
tu chegaste em mim na hora mais apertada,
não foi ouro, nem aplauso, nem estrada enfeitada,
foi tua presença me dizendo: “filho, ainda não acabou nada”.
E eu chorei, sim, chorei com o rosto no chão,
porque o mundo nunca soube a guerra dentro do meu peito, não,
mas tu sabias de tudo, cada dor, cada aflição,
e ainda assim me chamaste pelo nome, com amor e perdão.
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[Pré-refrão]
Se a noite pesa, eu continuo crendo,
se a luta aperta, eu continuo andando,
se falta força, eu me ajoelho e sigo,
porque contigo eu nunca caminho perdido.
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[Refrão]
Eu te sigo, Senhor, mesmo em meio à dor,
mesmo quando o mundo diz que tudo terminou.
Eu te sigo, Senhor, meu abrigo, meu pastor,
se eu cair, tua mão me levanta com amor.
Eu te sigo, Senhor, não importa o que vier,
na escassez, na batalha, de pé pela fé.
Eu te sigo, Senhor, com verdade no coração,
tu és meu caminho, minha força e salvação.
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[Verso 2]
Muita gente me viu calado, mas não viu minha guerra,
não viu meus joelhos no chão, meu rosto contra a terra,
não viu o medo batendo forte dentro da mente,
nem a lágrima escondida caindo quente.
Mas tu vist