[Intro]
Senhor Presidente, esta carta é para si, não é para ofender, é o povo a falar daqui.
Dos bairros, das escolas, das ruas sem solução, é a voz de quem carrega esperança no coração.
[Verse 1]
Senhor Presidente, escuta a nossa geração,
Tem jovem com diploma procurando ocupação.
Tem mãe acordando cedo, lutando pela família,
Enquanto o preço sobe quase todos os dias.
Senhores ministros, olhem para a educação,
Professor precisa força, aluno precisa condição.
Não basta construir quando falta oportunidade,
O futuro da nação depende da juventude de verdade.
Tem pai sem emprego, tem filho sem estudar,
Tem jovem com talento sem espaço para mostrar.
[Chorus]
Eu não aceito promessas que o peso não carrega,
Quero planos que cabem no bolso da gente que trabalha.
A esperança não é moda, é mapa na mão,
É trabalho, é escola, é salário com dignidade na nação.
[Verse 2]
Ministros, ouçam o grito que vem do meu tempo,
Da praça à universidade, do centro até o alto vento.
O custo de vida aperta, a fé ainda não cansa,
Mas a juventude acorda, firme, sem demora.
Educação precisa de base, não de fachada,
Bolsas, estágios, oportunidades pra cada jornada.
Emprego estável, com caminho de carreira,
Para cada jovem que luta com coragem na pele.
[Chorus]
Eu não aceito promessas que o peso não carrega,
Quero planos que cabem no bolso da gente que trabalha.
A esperança não é moda, é mapa na mão,
É trabalho, é escola, é salário com dignidade na nação.
[Bridge]
Se o futuro é nosso, vamos escrever a pauta,
Com voz unida, sem medo, sem falha na fala.
Que o país não desista, que o sonho seja real,
Que a juventude floresça, sem medo de levantar o papel.
[Chorus]
Eu não aceito promessas que o peso não carrega,
Quero planos que cabem no bolso da gente que trabalha.
A esperança não é moda, é mapa na mão,
É trabalho, é escola, é salário com dignidade na nação.
[Outro]
Carta encerrada, boca de verdade no papel,
Que o governo escute, que o futuro seja nosso igual.