[Intro]
Dois caminhos que se cruzam no dia dos namorados, sob o céu de promessas.
[Verse 1]
Joelma sorriu primeiro, Pilartes respondeu com o pulso firme do destino.
No café da manhã, uma chama leve acendeu a casa, risos que se tornaram rotina.
A mão encaixada mostrou que o tempo não apressa quem escolhe ficar.
Entre encontros simples, o começo iluminado desenhou uma nova estação.
[Chorus]
Somos nós: Joelma e Pilartes, em cada passo, em cada acordar.
Construindo um lar onde o silêncio sabe ouvir e o riso sabe guardar.
Cumplicidade na luta, garra para lutar, gratidão a cada respirar.
Amar por muitos anos, a certeza de juntos continuar.
[Verse 2]
As paredes ganharam fotos, histórias de mãos dadas, planos que não têm fim.
Filhos entram na dança da vida, risos que abrem espaço para o sonho comum.
O lar se alargou com cada abraço, cada conselho no momento de dor.
A serenidade ficou firme, como rocha que não se abala no vendaval.
[Chorus]
Somos nós: Joelma e Pilartes, em cada passo, em cada acordar.
Construindo um lar onde o silêncio sabe ouvir e o riso sabe guardar.
Cumplicidade na luta, garra para lutar, gratidão a cada respirar.
Amar por muitos anos, a certeza de juntos continuar.
[Bridge]
Quando o mundo pesou, a mão permaneceu unida, sem pressa de desistir.
O lar foi abrigo, o amor, alicerce; juntos, crescer, aprender a sorrir.
[Chorus]
Somos nós: Joelma e Pilartes, em cada passo, em cada acordar.
Construindo um lar onde o silêncio sabe ouvir e o riso sabe guardar.
Cumplicidade na luta, garra para lutar, gratidão a cada respirar.
Amar por muitos anos, a certeza de juntos continuar.
[Outro]
E que o tempo, paciente, confirme o que já é claro: amor que não finda, família que permanece.
[End]