(Verso 1)
Do sangue do céu na espuma do mar
Em uma concha de nácar eu fiz meu lar
Pisei em Chipre e a terra floriu
O olhar mais gélido em mim se fundiu
Não sou só a graça, o encanto e a flor
Sou o incêndio que queima nas guerras de amor.
(Verso 2)
Ares se curva diante do meu leito
Efaisto forjou o ouro no meu peito
Pela minha maçã três impérios caíram
Homens e deuses por mim se destruíram
Sinta o perfume de mirra no ar
Ninguém escolhe a quem vai amar.
(Refrão)
Afrodite! Nascida do mar e da dor
Rainha suprema de todo o amor
Desejo sem freio, beleza e fascínio
Nenhum coração escapa ao meu domínio
Com pombas brancas e rosas na mão
Eu sou a senhora da sua paixão!
(Ponte)
Toque minha pele, sinta a maré
Veja os imortais caindo de pé
O amor não é brando, o amor é poder
A força mais cega que o mundo vai ver.
(Refrão)
Afrodite! Nascida do mar e da dor
Rainha suprema de todo o amor
Desejo sem freio, beleza e fascínio
Nenhum coração escapa ao meu domínio
Com pombas brancas e rosas na mão
Eu sou a senhora da sua paixão!
(Final)
Da espuma eu vim... para o mar voltarei.
Mas o seu coração já é meu.
Eu sou Afrodite.