[Intro]
Sob a luz da lua, o chão respira bass e segredo.
A noite estica os passos, a cidade silencia o tempo.
[Verse 1]
É como se o ar puxasse dois corpos para o encontro, inevitável, sem convite, apenas destino.
Toques furtivos, respirações que desafiam o silêncio do salão,
E o calor que sobe, graffiti nos pulmões, queimando devagar a fronteira.
[Pre-Chorus]
Os olhos não mentem: desejo pulsa, curioso, quase um mapa na pele.
Cada passo toca o corpo do outro, cada giro é uma pergunta sem resposta.
[Chorus]
Manda o ritmo, guia o peito, deixa o chão ser nosso mapa no deserto.
Quando o afro house chama, a noite promete não terminar.
Quase um sussurro: fica mais um pouco, só mais uma volta sob a lua.
A química cresce, o mundo estreita, a pista é nossa fronteira.
[Verse 2]
Corpos em eco, sombra com luz, mãos que se descobrem sem perdão.
O tempo derrete, o calor toma forma, cada toque é fogo que não admite pausa.
[Pre-Chorus]
Curiosidade que não cede, desejo que escreve constelações na pele.
O som nos envolve como vento quente, promessas escondidas entre respirações.
[Chorus]
Manda o ritmo, guia o peito, deixa o chão ser nosso mapa no deserto.
Quando o afro house chama, a noite promete não terminar.
Quase um sussurro: fica mais um pouco, só mais uma volta sob a lua.
A química cresce, o mundo estreita, a pista é nossa fronteira.
[Bridge]
Som e suor parecem juramento, segredo que não cabe no peito.
O corpo sabe o caminho, o medo vira fogo, coragem na batida.
[Chorus]
Manda o ritmo, guia o peito, deixa o chão ser nosso mapa no deserto.
Quando o afro house chama, a noite promete não terminar.
Quase um sussurro: fica mais um pouco, só mais uma volta sob a lua.
A química cresce, o mundo estreita, a pista é nossa fronteira.
[Outro]
Que a noite não acabe, que o mapa seja infinito, que o desejo seja o lugar.
Até o próximo compasso, seguimos favoráveis ao fogo da dança.