(Yeah... It's me Viruz Boy...)
(The Universal Rappers na casa...)
(Chega...)
(Refrão)
Lealdade de papel que o tempo desfaz
Dinheiro na mão, a sombra me persegue, yeah
Lealdade de papel, não quero saber mais
Lealdade de papel, não quero saber mais
Tu dizes que és irmão, mas o plano é fugaz
Assinas o contrato e depois ficas para trás
Lealdade de papel... o fogo é que traz a paz.
(Verso 1)
Caminhando na Matola, o asfalto está molhado
Luzes amarelas, o passado está enterrado
Vi o teu "brinde de Judas" no copo cristalino
Pensaste que eu era cego, mas eu traço o meu destino.
Anéis de prata no punho, brilham no escuro
Enquanto tu vendes a alma por um lucro inseguro
A sombra no meu pulso tem forma de serpente
Mas eu sou o antídoto que cura toda essa gente.
(Refrão)
Lealdade de papel que o tempo desfaz
Dinheiro na mão, a sombra me persegue, yeah
Lealdade de papel, não quero saber mais
Lealdade de papel, não quero saber mais.
(Verso 2)
O algoritmo da inveja não me deixa descansar
Clicas no "like" enquanto planeias me derrubar
Mas o papel que tu assinas, eu uso para acender o fogo
Sou o King desta zona, eu não caio no teu jogo.
Veneno no prato? Eu já nem sinto o sabor
Transformei a tua traição no meu maior motor
GK SERVICE'S no comando, o legado é de aço
Enquanto tu ficas parado, eu dobro o meu passo.
(Ponte)
(Papel queima...)
(A verdade fica...)
(O grão separa-se da palha...)
(Viruz...)
(Refrão Final)
Lealdade de papel que o tempo desfaz
Dinheiro na mão, a sombra me persegue, yeah
Lealdade de papel, não quero saber mais
Lealdade de papel, não quero saber mais.
(Outro)
É a lei da rua, mano.
Muitos assinam, poucos cumprem.
Gabriel King na caneta.
Viruz Boy na voz.
2027.
Matola é nossa.