[Intro]
Sobre o peito, o mapa de um país: um farol que não se apaga.
[Verse 1]
O mar sussurra memórias na areia onde o passado dança lento,
As paredes de azulejo guardam risos de quem já partiu, mas voltou no tempo.
Os salões de casa cheiram a pão quente e a café forte,
E o relógio marca o compasso de uma vida que não se entrega.
[Pre-Chorus]
Meu povo carrega o sal das janelas abertas,
O orgulho molda o rosto das ruas em cada cidade.
[Chorus]
Portugal, meu chão que respira em cada onda,
No cantar das gaivotas eu ouço a nossa imagem que não se apaga.
O vinho, o vinho do tempo, embala as lembranças da gente,
E na língua que nos une há saudade que ainda nos guia.
[Verse 2]
Há fado na lembrança quando a noite mede os passos na calçada,
Os becos guardam histórias de pescadores e de crianças sonhadoras.
O Douro desenha vinhedos em letras de água, vivo e claro,
E a costa acende as luzes que acalmam quem olha para o mar.
[Pre-Chorus]
Meu povo carrega o sal das janelas abertas,
O orgulho molda o rosto das ruas em cada cidade.
[Chorus]
Portugal, meu chão que respira em cada onda,
No cantar das gaivotas eu ouço a nossa imagem que não se apaga.
O vinho, o vinho do tempo, embala as lembranças da gente,
E na língua que nos une há saudade que ainda nos guia.
[Bridge]
Entre azulejos e canções, crescemos como as marés,
Entre os barcos que chegam e partem, ficamos quem somos.
[Chorus]
Portugal, meu chão que respira em cada onda,
No cantar das gaivotas eu ouço a nossa imagem que não se apaga.
O vinho, o vinho do tempo, embala as lembranças da gente,
E na língua que nos une há saudade que ainda nos guia.
[Outro]
Segue o povo, segue o vento, segue o coração que não se cala.