[Intro]
Na sombra da cidade, o grito não tem vez
[Verse 1]
Quando as nuvens ficam pesadas, o sol some atrás da neblina
Vejo monstros no comando, em ruídos de sirene e esquina
Insectos e máscaras, gente que transforma o rosto em vitrine
A sociedade falha, a dor cruza a linha entre o bem e o crime
[Pre-Chorus]
Mas ainda existe um fogo que não se cala, que não se vende
Um weber de coragem que resiste, que não se rende
[Chorus]
Quero ter força pra foder com os monstros da cidade
Rasgar a máscara dos covardes, quebrar a vaidade
Vejo o bem e o mal dentro, anjos e demônios em pele de gente
Noite escura não me engana, sigo firme, resistente
[Verse 2]
Restos de humanos obsoletos, drogas moldam a noite
Vultos que tentam fazer o mal, mas não enterram a minha sorte
Seus desejos carnais, seu vício, eu os vejo de perto
Todos temos luz e sombra, o certo e o errado, no peito aberto
[Pre-Chorus]
Ainda há um grito que insiste em nascer da cinza
Uma resistência que não se curva à pressa
[Chorus]
Quero ter força pra foder com os monstros da cidade
Rasgar a máscara dos covardes, quebrar a vaidade
Vejo o bem e o mal dentro, anjos e demônios em pele de gente
Noite escura não me engana, sigo firme, resistente
[Bridge]
Não sou santo, não sou vilão, sou o claro entre o cinza
Entre o medo e a coragem, a verdade que me ancora
[Chorus]
Quero ter força pra foder com os monstros da cidade
Rasgar a máscara dos covardes, quebrar a vaidade
Vejo o bem e o mal dentro, anjos e demônios em pele de gente
Noite escura não me engana, sigo firme, resistente
[Outro]
Se a cidade ainda treme, eu fico, não fujo, não me perco
Entre sombras e lampejos, eu também carrego meu acervo