[Intro — sussurrado]
Antes do nome...
Antes da armadura...
Antes daquilo que ele se tornou...
Havia apenas um garoto.
E uma escolha que jamais poderia ser desfeita.
[Verse 1 — O Passado]
Eu lembro de quando não havia poder,
Nem uma voz dizendo o que eu deveria ser.
Eu caminhava sem saber meu destino,
Sem imaginar que o céu me escolheria.
A Carta surgiu diante dos meus olhos,
E o mundo perdeu sua antiga cor.
Disseram que eu tinha sido escolhido,
Mas ninguém perguntou quanto custaria a dor.
Eu caí.
Eu sangrei.
Eu perdi aquilo que amava.
Mas quando tudo terminou,
Ainda havia uma coisa que
[Chorus]
Eu procurei por respostas, escondidas entre falhas,
Entre linhas de código e folhas de talvez.
ERRO apareceu como um sussurro no éter,
Chamando meu nome para o que está além do ver.
[Verse 2]
A árvore me ergueu, galho firme, brilhante,
Entre o mundo natural e o brilho digital.
Vestia ouro, sombras da dúvida ao redor,
Contemplando o visível e o que não pode ver.
Eu sinto o peso do que eu posso ser,
Um eco de escolhas que ainda vão nascer.
Entre ontem e o fim, a verdade a me chamar:
Quem sou eu quando tudo se desfaz?
[Chorus]
Eu procurei por respostas, escondidas entre falhas,
Entre linhas de código e folhas de talvez.
ERRO sussurra caixas que quebram a razão,
Mas me lembro de quem possa escolher a direção.
[Bridge]
O garoto desperta, o traje cintila em dourado,
Não é armadura, é coragem que foi forjado.
Entre o ruído do mundo e o silêncio interior,
Ele lê o futuro na respiração do vento.
[Chorus]
Eu procuro por respostas, escondidas entre falhas,
Entre linhas de código e folhas de talvez.
ERRO volta a aparecer, mas agora não me assusta,
Porque eu sou quem decide o que tudo isso resulta.
[Outro]
Entre ontem e o fim, o caminho se revela,
Não é destino, é a escolha que ainda me espera.