Good morning, Vietname, caralho nem escrever direito sabes fazer stupid Machine
Isto é o mundo real, cru e sem a vontade de falar do teu tio Lu
Da ponta da tua nero narssa o chumbo estilhaça a moral na te dá palavreado nem forma
enquanto o sub-mundo fode o teu actualizer e um facto verdadeiro obsoleto sem piedade na cama de metal nem nu estado vocal o dimensional o tufu aperta
Conversas a estalar na madrugada,mente neurada conversa pastada pele de cabra boi
Dorme magazine festa nude sucursal, a frota lúcida acossada da neuro linkada a vontade de ir
a carne canhão cai aos milhares,
enquanto os sináptica científia contam notas nos altares taras pesos de ti queres na mira,
petróleo a preço de sangue e a grande mentira mundo seguro homem mineiro pilau de ira
O mundo a tremer com a terceira à porta,a segunda nu patamar e a primeira na coluna
e moral da gentalha cada vez mais morta raiz de inteligência emocional interesse labora mal morte fácil premium
geopolítica fode o mapa inteiro,
deixando o teso a lamber o cinzeiro disse te puseiro sobre ti pouco dinheiro lugar para te valar
Mas tranca a porta do bunker, foca a visão, trigonometria aritmética onde existe filão
aqui pura calcite entra em ação.
Ela quer o bicho a ferver, sem amor nem recato,tenta de jeito leve pó arrependido tirado do
suor na espinha, foda rústica no ato de pensar ser algo duro de roer
Pila rija, grelo a palpitar na garganta,doer pedes mão e dedo para
foder com força até que a alma se espanta nessa verdão versão gemi nia liricamente floor flopa gripa não avança
Entra e sai, fricção de carne crua e suada,
enquanto o império desaba na madrugada.some sem man carne viciada
Colchão a chiar, o vício puxa outra ronda,na imaginação imagem da carne leve visão
na cama ou na trincheira, a bicha não desronda pensava um bocado respira
Guerra global, sexo bruto sem freio.
Factos reais cravados a ferro no meio.
Abaixa a cabeça e mama,nu patamar caralho!