Mas cruza a avenida, entra no antro da alta finança gasta de buzeira dividido adicional
onde a burguesia gasta o tacho com ar de criança penso venco pertenço a algo que vira raça
Boate com nome estrangeiro,latátraz 1 luz preta e pó na mesa,deusa que não perde mas agulmera kima lima kimera travessa de prata
a nobreza de meia-tigela a fingir que tem grandeza Bella na tela sem peso atentar boquet coquet vela sangue
Gajas de silicone esticado a chupar o gelo no copo,Loco local loop groove galope
e o gestor de fundos de calças rotas no topo ló lá liga
Satirizo esta corja que manda em cabeleiras de gesso,nesso nessa pressa vodka tequila requinte
que bebe do bom e do melhor com o dinheiro que eu e tu tecemos.
É o chiqueiro com alcatifa, o tasco com lustres de grife diamantes texto grafite ametista ruby Rose nose brest brest less west gold
onde o cabrão do banqueiro te rouba e ainda diz que vive.Na tasca o chão é um tapete de beatas,contas brocas e dollas
de dente podre, paga o tinto às prestações e a fintas queres verdades seu amor desmintas
Cheiro a tremoço rançoso, a sovaco e a gasóleo, e sem chumbo 98
enquanto o velho cuspir o fumo como um sócio do monopólio.
Cavamento criacional na biqueira da calçada, pá cavada Rêgo reforça pasada
a escavar a miséria para ver se nasce uma piçada ligeira lixada
Diz o doutor de gravata que a pátria está a erguer-se,dechida de 20 para 80
mas ele só quer é que o povo se foda e se enterre loucura imigrantes e guerre de mom ferre
Comem o pão com azeite rançoso e fé na esmola,fill doce cola tira
enquanto o conas do parlamento limpa o cu com a nota de sola.Ouve o eco do balcão de zinco, caralho.
Aqui o tinto racha o corno e a p ED (puta da elite) disfarça o vómito com champanhe de marca branca.
Senta o cu na banqueta ou afunda-te no veludo do VIP. A farsa é a mesma, só muda o cheiro a mijo.
Mete o a rasgar essa merda.