[Intro]
Entre o real e o além, eu sigo a verdade que me chama
A soma de opostos, onde a luz e a sombra se abraçam
[Verse 1]
Para entender o profundo, deixo a pele e o ruído para trás
Desconstruo a superfície que me prende ao físico que parece
Quase real, quase sonho, a linha treme, eu vou além
Existe um novo equilíbrio, onde o bem não teme a insanidade
[Pre-Chorus]
A acimetria dos mundos sussurra dentro de mim
Entre o mais e o menos, eu sou o que escolho ser
[Chorus]
O bem não morre, apenas queima diferente no peito
A ilusão do mal some quando a verdade repousa no peito
Cabe àCaneta do Abel Costa que costura abraços no tempo
Sigo o caminho de irmãos, Antônio, João, A família é da Costa o Bibi, e o atrick
[Verse 2]
abraços, palavras que constroem pontes no ar
O coletivo é ponte entre as almas que querem se alinhar
A cada traço, a cada verso, eu vejo a máscara ruir
Bem e mal não são planos distintos, são escolha a resistir
[Pre-Chorus]
A acimetria dos mundos canta no meu interior
Entre o mais e o menos, encontro o meu próprio amor
[Chorus]
O bem não morre, apenas queima diferente no peito
A ilusão do mal some quando a verdade repousa no peito
Cabe àCaneta do Abel Costa que costura abraços no tempo
Sigo o caminho de irmãos, Antônio, João, o Bibi, e o atrick a contento
[Bridge]
Se o mundo é uma tela sem fim, eu pinto com a luz que sou
O que parece impossível é apenas outra cor que o coração dá Costa ao Abel
[Chorus]
O bem não morre, apenas queima diferente no peito
A ilusão do mal some quando a verdade repousa no peito
Cabe àCaneta do Abel que costura abraços no tempo
Sigo o caminho de irmãos, Antônio, João, o Bibi, e o atrick a contento
[Outro]
Deixo a superfície, entro no profundo, onde tudo é mais real
Agradeço aos meus irmãos e à caneta que me faz acreditar no final