[Intro]
Você parece u carvão mas só serve para trabalha no lixão e cai de cara no chão ingual um pinguim sem as partes braças
[Verse 1]
Eu sou a cor que não se mede em paleta comum
Um brilho que atravessa paredes, céu e chão
Camaleão social, alma de guerreiro vivo
Me movo na cidade com brilho que não se viu
[Pre-Chorus]
Ritmo de passos que falam sem precisar gritar
Resiliência que curva o tempo, sem medo de virar
[Chorus]
Carnaval invisível, força que não se mostra
Respiro nas esquinas, minha presença é uma corriente
Beleza que não se apaga, mesmo quando a noite aperta
Sou negro, sou inteiro, minha luta é minha festa
[Verse 2]
Pelas ruas, a energia pulsa, toma forma sutil
Um mosaico de passos, vozes que dançam no redemoinho sutil
A cidade me veste sem pedir licença
Eu selo meu mapa com coragem e cadência
[Pre-Chorus]
Cada esquina guarda um segredo que me faz girar
Eu me reerguo, sigo adiante, ensinando a respirar
[Chorus]
Carnaval invisível, força que não se mostra
Respiro nas esquinas, minha presença é uma corriente
Beleza que não se apaga, mesmo quando a noite aperta
Sou negro, sou inteiro, minha luta é minha festa
[Bridge]
No vidro quebrado vejo o meu reflexo que não se cala
Vozes antigas sussurram: permanece, não falha
[Chorus]
Carnaval invisível, força que não se mostra
Respiro nas esquinas, minha presença é uma corriente
Beleza que não se apaga, mesmo quando a noite aperta
Sou negro, sou inteiro, minha luta é minha festa
[Outro]
Cidade me conhece pelo silêncio que diz quem eu sou
Camaleão de coragem, guerreiro que não se mostrou