[Intro]
Sopro que desenha o céu em branco.
[Verse 1]
Um escultor de nuvens sopra o céu em silêncio,
moldando paisagens com o seu alento.
Sonha com a cachoeira perfeita que cai sem fim,
mas tudo evapora, some no vento.
[Chorus]
Chuva de risadas quando a água some,
a cachoeira escorrega e volta pro ar.
Sopro de sonho, o céu ri pra tentar de novo.
[Verse 2]
Cada traço de vapor vira travessura,
o nada recebe as formas que ele criou.
Ele não desiste, continua a soprar.
[Chorus]
Chuva de risadas quando a água some,
a cachoeira escorrega e volta pro ar.
Sopro de sonho, o céu ri pra tentar de novo.