[Intro]
Sombra paira, silêncio que respira
Entre lápides, a lua fica menor
[Verse 1]
Um anjo sombrio sobre o cemitério gótico, vela de névoa negra
Asas vastas, negras como a noite, flutuam sem pressa
O halo pulsa, um sussurro de luz que quase não chega
Estátuas observam, guardiãs de pedra e de segredo
[Pre-Chorus]
As árvores roxas sussurram nomes que ninguém pronuncia
Folhas frias dançam no vento, lento e contido
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Tempo que passa, eternidade que não se esquece
Guardião de pedra, julga quem ousa lembrar
Cemitérios guardam a sombra da tua própria memória
[Verse 2]
O anjo guarda as horas como lápis na rachadura do tempo
Entre estrelas que piscam, ele mede a melancolia da noite
A cidade adormece, mas o passado permanece de olhos abertos
A chuva sussurra promessas que não podem ser quebradas
[Pre-Chorus]
As árvores roxas sussurram nomes que ninguém pronuncia
Folhas frias dançam no vento, lento e contido
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Tempo que passa, eternidade que não se esquece
Guardião de pedra, julga quem ousa lembrar
Cemitérios guardam a sombra da tua própria memória
[Bridge]
Entre as estrelas e a escuridão, ele encontra o que ficou para trás
A passagem do tempo é um sino que não cessa, só continua a vigiar
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Tempo que passa, eternidade que não se esquece
Guardião de pedra, julga quem ousa lembrar
Cemitérios guardam a sombra da tua própria memória
[Outro]
A sombra se acalma, o guardião observa o infinito
E o silêncio permanece, como um pacto gravado na pedra