[Intro]
Sombras gravitando no silêncio, o ar se prende no compasso
Ondas de frio serpentam, prelúdio de fogo que não dorme
[Verse 1]
No núcleo da noite, o planeta respira fundo
Rochas racham em suspiros de vidro vulcânico
Lava borbulha como relógio que não tem tempo
Cada pulsar traz um peso que o peito não suporta
[Pre-Chorus]
Relâmpagos alinham-se aos batimentos, um fino fio de choque
Trovões murmuram segredos de uma força que desperta
[Chorus]
O chão treme, o poder se levanta em tallos de fogo
Impacto profundo, eco que rompe o escuro
Relâmpagos batem com o coração da terra, em uníssono
Erupção lenta se transforma em furacão no céu
[Verse 2]
Lava escarlate desenha rios de tempo quebrado
Rochas vulcânicas rasgam o silêncio com estalos de aço
O vácuo vibra, respira e devolve a gravidade ao mundo
O poder se surge como um monólito em chamas
[Pre-Chorus]
Trema a atmosfera, cada trovão acena para o núcleo
O segredo incandescente cresce, preparado para o ápice
[Chorus]
O chão treme, o poder se levanta em tallos de fogo
Impacto profundo, eco que rompe o escuro
Relâmpagos batem com o coração da terra, em uníssono
Erupção lenta se transforma em furacão no céu
[Bridge]
Coroa de clarões rasga a névoa, o poder se concentra
O tempo parece pendurar-se na borda de um colapso
[Chorus]
O chão treme, o poder se levanta em tallos de fogo
Impacto profundo, eco que rompe o escuro
Relâmpagos batem com o coração da terra, em uníssono
Erupção final explode em uma verdade sem retorno
[Outro]
O silêncio final cai como cinza de estrela caída
Um buraco de gravidade deixa a marca no solo e no peito