[Intro]
Aurola acorda sob o verde do amanhecer, céu de esmeralda a cintilar.
As garras da coragem estalam na água que sabe roubar o silêncio.
[Verse 1]
Ela levanta as ondas com o vento de prata, puro e feroz.
A força indomável da água pulsa, lavando o medo, moldando a voz.
Mas cada corrente traz um segredo, uma dobra de dor e de poder.
A vida vibra na espuma, e o mundo parece renascer.
[Pre-Chorus]
E quando o mar se torna espelho, Aurola encara o próprio refletir.
A dualidade a chama: proteger e devastar, soar e silenciar.
[Chorus]
Força que confunde, água que acalma e destrói, tudo ao mesmo tempo.
Terra que sustenta, firme como a memória, ruína que chama ao fim.
Fogo que queima, raio de paixão, calor que pode ferir.
Vento que liberta, espaço que corta, liberdade com peso de raiz.
[Verse 2]
Da terra ela ergue montanhas de silêncio, pelejas sem ruína.
A solidez inabalável onde a coragem se deita e respira.
Mas sob o cascalho, veias quentes lembram do risco da chama.
O fogo, ardente, não perdoa a tentativa de esconder a chama que inflama.
[Pre-Chorus]
O sopro da ventania revela o contorno de seus sonhos.
Cada elemento é faca e laço, beleza e perigo em suas mãos.
[Chorus]
Força que confunde, água que acalma e destrói, tudo ao mesmo tempo.
Terra que sustenta, firme como a memória, ruína que chama ao fim.
Fogo que queima, raio de paixão, calor que pode ferir.
Vento que liberta, espaço que corta, liberdade com peso de raiz.
[Bridge]
Entre água, terra, fogo e ar, Aurola dança o equilíbrio: cuidado e criação.
Cada poder um segredo que brilha e ameaça, uma constelação em expansão.
[Chorus]
Força que confunde, água que acalma e destrói, tudo ao mesmo tempo.
Terra que sustenta, firme como a memória, ruína que chama ao fim.
Fogo que queima, raio de paixão, calor que pode ferir.
Vento que liberta, espaço que corta, liberdade com peso de raiz.
[Outro]
Ela sorri para o horizonte: beleza que é perigo, poder que aprende a ouvir.
Aurola, a dragão verde florida, guardiã de caminhos que podem destruir e curar.