[Intro]
Carta ao céu, meu pai Adilson Vieira, minha luz sem fim.
[Verse 1]
No riso que você deixava no ar, eu ouço ainda o seu andar,
A voz calma que me ensinou a sonhar, a amar, a respeitar.
Seu jeito de me chamar carinhosamente, de observar o mundo devagar,
É na memória que eu te encontro, quando as noites vêm me visitar.
[Chorus]
Pai, seu sorriso vive em mim, em cada passo que eu dou hoje,
É o norte que não se apaga, é o ombro onde eu ainda me apoio.
Mesmo longe, o coração pode te abraçar e agradecer,
Prometo continuar amado e fiel, até o nosso reencontrar.
[Verse 2]
A forma de falar, pausas que ensinavam a ouvir o que importa,
As palavras que deixaram raízes profundas no meu peito.
O amor que você cultivou é meu abrigo quando o mundo dói,
E a certeza de que a morte não é fim me diz que você ainda é meu céu.
[Chorus]
Pai, seu sorriso vive em mim, em cada passo que eu dou hoje,
É o norte que não se apaga, é o ombro onde eu ainda me apoio.
Mesmo longe, o coração pode te abraçar e agradecer,
Prometo continuar amado e fiel, até o nosso reencontrar.
[Bridge]
A memória é chama que não se apaga, é ponte que mantém a gente aqui,
Adilson Vieira, seu legado respira em cada escolha, em cada agir.
[Chorus]
Pai, seu sorriso vive em mim, em cada passo que eu dou hoje,
É o norte que não se apaga, é o ombro onde eu ainda me apoio.
Mesmo longe, o coração pode te abraçar e agradecer,
Prometo continuar amado e fiel, até o nosso reencontrar.
[Outro]
E digo em voz baixa: carta para o céu, com amor sem fim, até nos encontrarmos.