[Intro]
Êh, êh…
É chão batido, é vida vivida…
Maryedda Fernandes chegou… 🤠🔥
[Verso 1]
Terra vermelha grudada na bota
História antiga que o vento me conta
Chapéu na testa, olhar lá no horizonte
Eu sou raiz, não nasci pra ser ponte
Poeira sobe quando eu passo ligeira
No peito carrego a força da beira
Do mato, da lida, do som do berrante
Sou filha da estrada, do sol escaldante
[Pré-Refrão]
E quem duvidou, hoje vê eu passar
Com o som da viola fazendo ecoar…
[Refrão]
É paeiro aceso e o coração valente
Bota batendo no chão quente
Chapéu na sombra de quem não se curva
Sou tempestade no meio da curva
É terra na alma, poeira no olhar
Se for pra cair, eu caio pra levantar
Maryedda canta, o mundo escuta
Sou voz da roça, sou força bruta
[Verso 2]
No fim da tarde, o céu pega fogo
E eu sigo firme, não paro o jogo
Cada cicatriz virou meu troféu
Cada batalha me levou pro céu
Não tem frescura na minha história
É suor que escreve minha memória
E quem me vê não sabe o tanto
Que eu já chorei pra cantar meu canto
[Pré-Refrão]
Mas hoje eu brilho sem pedir favor
Minha verdade tem mais valor
[Refrão]
É paeiro aceso e o coração valente
Bota batendo no chão quente
Chapéu na sombra de quem não se curva
Sou tempestade no meio da curva
É terra na alma, poeira no olhar
Se for pra cair, eu caio pra levantar
Maryedda canta, o mundo escuta
Sou voz da roça, sou força bruta
[Ponte]
Se o mundo é grande, eu sou maior
Não tenho medo, eu vou sem dó
Quem nasce forte não pede vez
Só finca o pé… e faz acontecer
[Refrão Final – mais explosivo]
Paeiro aceso, fumaça no ar
Minha presença faz respeitar
Bota marcando meu território
Eu faço história no improviso
É terra, é luta, é identidade
É som que corta qualquer saudade
Maryedda Fernandes, pode anotar
Veio do chão… pra dominar