[Intro]
Ao pai que abriu caminhos, ao mãe que acendeu a fé, eu digo:
[Verse 1]
Ó meus pais, António Calembe e Cecília Domingas, meu orgulho sem fim,
Carrego o teu sacrifício no peito, teu nome é o meu jardim.
As renúncias que plantasteis viram minhas primeiras direções,
E o teu amor me ensinou a vencer, com humildade e devoção.
[Pre-Chorus]
Cada passo que dou leva o teu nome além do que o mundo espera,
Cada prece que guardo ~sua força~ ilumina minha maneira de ser.
[Chorus]
Prometo honrar a tua história em cada vitória que eu celebre,
Que os aplausos pertençam a vós, que eu não fuja à minha raiz.
Que eu seja a voz do teu legado, em atos, palavras e atitudes,
Porque o teu amor me moldou, e eu sigo com tua luz de quiroca fé.
[Verse 2]
Não é só pelos troféus, é pela forma de amar que me ensinaste,
Pelas noites em vela, pela oração que nos manteve unidos.
Quero carregar o teu nome como estandarte de dignidade,
Ser instrumento de honra, com coragem e verdade na cidade.
[Pre-Chorus]
Quando cair, lembro o teu sacrifício que não busca aplausos,
E levanto a cabeça firme, porque o teu cuidado me sustenta.
[Chorus]
Prometo honrar a tua história em cada vitória que eu celebre,
Que os aplausos pertençam a vós, que eu não fuja à minha raiz.
Que eu seja a voz do teu legado, em atos, palavras e atitudes,
Porque o teu amor me moldou, e eu sigo com tua luz de quiroca fé.
[Bridge]
Se a vida é caminho tortuoso, eu trago o teu compasso no peito,
O sagrado vínculo do sangue, o amor que vence todo receio.
[Chorus]
Prometo honrar a tua história em cada vitória que eu celebre,
Que os aplausos pertençam a vós, que eu não fuja à minha raiz.
Que eu seja a voz do teu legado, em atos, palavras e atitudes,
Porque o teu amor me moldou, e eu sigo com tua luz de quiroca fé.
[Outro]
Assim me comprometo: teu nome se faz em meu caminhar, pai e mãe,
Que cada passo meu fale por mim, e por vós, eu sou o teu amanhecer.