[Intro]
Sobe o pó na arena, o coração bate devagarinho
O boi canta a pressão, que come o ar do peito inteiro
[Verse 1]
Galera na cerca, yessir, escola de coragem no olhar
Peões de sorriso torto, prontos pra desafiar o animal bravio
Vento bate na camiseta, cigarrinho, conversar, sem medo de errar
Aplausos já começam a nascer, quando o guiador toma o lugar do destino
[Pre-Chorus]
Bate o tambor da arena, na garganta o grito vai subir
É festa, é cúmplice, é a vida que insiste em resistir
[Chorus]
Vamos, que a chuva de aplausos vem, vem, vem
Coragem que não se mede, é pra valer também
Pulso, pulso firme, coração no seleiro do gostoso calor
Galera junto, celebrando a coragem do sendero do amor
[Verse 2]
Tenta o giro, o tempo trava, silêncio tão curto, quase mortal
Sobra o silêncio depois do chute, e o peito entrega o troféu de final
Gírias que só o sertão entende, risada que corta o nervo do temporal
Camaradagem na roda, cada mão pra erguer quem topou o desafio total
[Pre-Chorus]
Bate o tambor da arena, na garganta o grito vai subir
É festa, é cúmplice, é a vida que insiste em resistir
[Chorus]
Vamos, que a chuva de aplausos vem, vem, vem
Coragem que não se mede, é pra valer também
Pulso, pulso firme, coração no seleiro do gostoso calor
Galera junto, celebrando a coragem do sendero do amor
[Bridge]
Entre o pó, entre a risada, a amizade come o frio do ar
Não é sorte, é treino de gente que sabe se levantar pra recomeçar
[Chorus]
Vamos, que a chuva de aplausos vem, vem, vem
Coragem que não se mede, é pra valer também
Pulso, pulso firme, coração no selim do calor
Galera junto, celebrando a coragem do nosso interior
[Outro]
E quando o último plantio clareia, a praça respira e quer dançar
A gente brinda com abraço aberto, que o rodeio é casa do amar