*(Intro)*
Yeah...
Bora...
Oh!...
*(Verso)*
Não me peças calma... eu já nasci no incêndio.
Trouxe a lama nas botas... transformei-a em império.
Olho frio... sangue quente... ferro na espinha.
Se a sorte nunca veio... a culpa nunca foi minha.
Quiseram ver-me no chão... deram força às minhas pernas.
Cada murro da vida... abriu mais uma caverna.
Agora a voz pesa toneladas de cimento,
Não vivo de conversa... vivo de juramento.
Olha bem nos meus olhos... não procures vaidade.
Só encontras cicatrizes... e excesso de verdade.
Enquanto muitos vendem a alma por um segundo de fama,
Eu durmo de consciência limpa... essa ninguém ma rouba.
*(Gang)*
**OH! OH!**
**FERRO!**
**OH! OH!**
**NO PEITO!**
**OH! OH!**
**SEM MEDO!**
**ATÉ AO FIM!**
*(Verso 2)*
Falam alto... eu deixo o tempo responder.
Porque o tempo é o juiz... ninguém o consegue vender.
Já vi gigantes cair por causa da própria língua,
E homens sem nome deixarem a cidade inteira em vigília.
Não procuro aplausos... procuro respeito.
O meu nome vale mais que um cofre cheio.
Quando eu partir... não levarei um tostão.
Mas quero deixar versos... gravados no coração.
*(Outro)*
Ferro...
No peito...
Bora...