[Intro]
A noite corta meu rosto como uma lâmina fria. O vento bate, eu respiro o fogo que ainda queima lá dentro.
[Verse 1]
Sou o caçador solitário, marcado pela perda, pelo grito perdido na batalha. Ruínas ao redor, sangue na memória, e o lobo faminto que me ronda no escuro.
Eu avanço com a disciplina cravada na pele, cada passo uma respiração que corta o silêncio. O vento corta meu peito, eu sigo, sem piedade com o passado.
[Chorus]
No peito, a chama interior acorda com cada hálito treinado. Transformo a dor em força, caminho pela noite de aço. A lâmina verde brilha, a fúria é minha norteadora. Eu luto, eu renasço, na escuridão eu sou luz.
[Verse 2]
A ferida se curva, eu respiro sem rendição, técnica que cura: cinco ciclos, o mundo diminui, apenas o foco. O fogo de vento me firma, a lâmina verde canta no ar frio.
Vejo sombras de inimigos, sombras de mim, confronto com a própria sombra que eu me tornei. A cada golpe, o passado treme e recuo, mas eu não pareço agora.
[Pre-Chorus]
A respiração corta o medo, o coração protesta e obedece. Disciplina é meu escudo, coragem meu fogo antigo.
[Chorus]
No peito, a chama interior acorda com cada hálito treinado. Transformo a dor em força, caminho pela noite de aço. A lâmina verde brilha, a fúria é minha norteadora. Eu luto, eu renasço, na escuridão eu sou luz.
[Bridge]
Salto entre ruínas, vento cortante rasga minha pele. Cada respiração é uma promessa de combate, cada exalação um juramento de redenção.
[Verse 3]
Encaro o último inimigo na penumbra, o sangue é memória mas não destino. A lâmina verde canta, o poder de chamas de vento arde como aurora interna. Eu respiro, eu confronto, eu permaneço inteiro.
[Chorus]
No peito, a chama interior acorda com cada hálito treinado. Transformo a dor em força, caminho pela noite de aço. A lâmina verde brilha, a fúria é minha norteadora. Eu luto, eu renasço, na escuridão eu sou luz.
[Outro]
A noite se rende à minha disciplina. O mundo queima de novo, e eu sigo em frente, com o vento na garganta e a lâmina verde a me guiar.