[Verse 1]
Minha terra Metangula, abre o peito da memória
Recordo Chuanga na praia, onde o tempo não demora
Água cristalina, risos que sobem até o céu
Cores que dançam na areia, um bairro inteiro a conhecer-se
[Pre-Chorus]
Sinto o cheiro do mar misturado ao vapor da tarde
Vizinhos a sorrir, crianças a correr em volta do barulho suave
[Chorus]
É o pulso da costa, a voz da nossa gente
Encontros de amigos, a paz que nos sustenta
Sons do vento nas palmeiras, o calor que não se esgota
Metangula habita os dias, memória que não se desfaz
[Verse 2]
Passos na areia, histórias que cabem num abraço
Simplicidade das tardes, o chão contando promessa
Cheiro de peixe, risadas ao redor do calçamento
Cada esquina guarda um segredo de infância em hino de mar
[Pre-Chorus]
Os barcos trouxeram sonhos, o que ficou é o gesto simples
O convívio que nos segura, o sentimento que não se vende
[Chorus]
É o pulso da costa, a voz da nossa gente
Encontros de amigos, a paz que nos sustenta
Sons do vento nas palmeiras, o calor que não se esgota
Metangula habita os dias, memória que não se desfaz
[Bridge]
Quando o pôr do sol veste o oceano de cobre
A praça guarda risos, o nesteio das lembranças
Se há saudade, é ponte que nos faz voltar
Às tardes daquela praia, onde tudo começou
[Chorus]
É o pulso da costa, a voz da nossa gente
Encontros de amigos, a paz que nos sustenta
Sons do vento nas palmeiras, o calor que não se esgota
Metangula habita os dias, memória que não se desfaz
[Outro]
Volta, meu coração, pra Chuanga, pra ribeira e areia
Abarca a memória, deixa a vida ser conversa antiga