[Intro]
Velha sempre dizia, filhos tens que mudar
Pois minha velha sabia, onde eu podia chegar
[Verse 1]
Estou num mundo sombrio, a vista corta o ar
E o espaço é infinito, não fico sozinho, tenho meu par
Com meus manos é um mambo, não esqueça da grana, vem falar
Talento vem com a gente, quando o peso do mundo quer calar
Me chamem senhor das trevas, quando entro sou pesadelo a atormentar
No meu mundo não falta preto, é meu reino, meu lugar de afirmar
Me chamem senhor das trevas, tudo aqui é belo pra quem sabe sonhar
Vem sentir o banzelo, a cidade embaça a nos encarregar
[Chorus]
A cada passo no escuro, eu sigo a minha própria lei
Entre a vida e a morte, eu sigo onde o medo não me fez nobre ou rei
Sou senhor das trevas, mas o mundo onde eu existo não é crueldade
É o reflexo de meus passos, é a escolha que me faz ficar de pé
[Verse 2]
Sempre passo a deslizar, no meu mundo eu me tranco a sorrir
Eles dizem que assim não dá, mas eu insisto e vou emergir
No meu mundo ninguém brilha, gosto da solidão pra ouvir meu ser
Duck, gosto de caixões nas fotos, é onde minha mente pode se ver
Pk me chamo senhor das trevas, pra quem ousa me desafiar
Para os meus não dou razão, sigo o destino que eu mesmo criei para andar
[Bridge]
A vida nos coloca entre o viver e o findar, mundo sombrio sem regras a brilhar
Não perca a essência, mesmo quando o peso insiste em esmagar
[Chorus]
A cada passo no escuro, eu sigo a minha própria lei
Entre a vida e a morte, eu sigo onde o medo não me fez nobre ou rei
Sou senhor das trevas, mas o mundo onde eu existo não é crueldade
É o reflexo de meus passos, é a escolha que me faz ficar de pé
[Outro]
Com tudo o que eu faço, nem tudo dá certo afinal
Lembro dos momentos, meus desejos que viraram ritual
Antes era brilho, hoje atormento, mas sigo afinal
Quando estás no espelho, vês quem sou, não o que parece ser